Os hábitos
alimentares são também uma questão de consumo responsável e de responsabilidade
social.
“A doença surge de viver em desarmonia com a natureza, Os
sintomas, que são amiúde confundidos com a própria doença, são formas que o
organismo possui para recuperar o equilíbrio. A febre, um dos mecanismos básicos
de resposta inflamatória, é uma forma de restabelecimento do equilíbrio. O
espirro, que visa a eliminação de substâncias irritantes nas vias respiratórias,
consiste numa forma de restabelecimento do equilíbrio e o mesmo se aplica à
maioria dos casos de vómitos, diarreias, inflamações e de muitos outros
sintomas. No entanto, e em face da atitude que hoje em dia se observa nas
condutas terapêuticas correntes, essa noção parece ter sido esquecida e os
sintomas são frequentemente encarados como os inimigos públicos nº 1. Prova
disso, são os inúmeros fármacos "anti": anti-inflamatórios, antipiréticos,
anti-eméticos, anti-diarreicos, antitússicos, etc.
(...)”
Sumariamente, o homem do mundo ocidental, ingere mais
alimentos do que necessita. Ingere não só quantidade, mas também má qualidade. O
homem adulto, sem actividade física exigente, não necessita de comer carne ou
peixe todos os dias. A quantidade de açúcar existente na comida pré-preparada e
“fast food”, cria dependência.
Como o Mundo nunca foi tão populado, se
de forma geral todos ingerissemos menor quantidade de carne, e adoptássemos uma
dieta vegetariana não só haveria alimento para todos, como estariamos a evitar a
devastação dos solos para a criação de gado. O gado precisa de espaço e de
vegetação para pastar. Porque não comermos directamente os vegetais e as
leguminosas, em vez de os ingerirmos através da carne?
Da
próxima vez pode pensar, porque estou a comer isto? Preciso mesmo de comer
isto?
Saiba mais em:
http://www.infonature.org/_avp_/_main_page_.htm
http://freegan.info/?page=QuestoesEssenciais